Inextrato é um superextrato que articula numa trama especial vários extratos, incluindo eventualmente publicações isoladas de outras categorias de Cantos Correntes: obras, universos, interlocutores, assentos, e operadores. É cinematrizado num canal, a partir do qual se estende, em movimentos pivotizados, a outras realidades perceptuais. Acesso a mais informações via vínculo da imagem.
As imagens a serguir dão acesso, em Cantos Correntes, aos conteúdos dos respectivos inextratos.

Maurice Legeard (Paris, 1925 - Santos, 1997) desenvolveu desde 1950 intensa atividade cineclubística a partir do Clube de Cinema de Santos, fundado em 1948, e depois ao constituir em 1981 a Cinemateca de Santos.
Sua atuação estendeu-se também a diversas manifestações e associações de arte, como clubes de poesia, fotografia, gravura e outros.
Dentre esses, destaca-se o Clube de Arte de Santos, em que se aproximou do teatro e de artistas e intelectuais como Patrícia Galvão, Plínio Marcos, Ney Latorraca, Serafim Gonzalez e muitos mais.

Sequência de cartazes evocando a personalidade do cineclubista Maurice Legeard, conforme abordada no documentário.
O MÉDICO E O MONSTRO (2009) Ricardo Prado e Thyrslian Winnie
Documentário em curta-metragem que delineia um traçado da personalidade do cineclubista Maurice Legeard, um dos grandes ativistas culturais da cidade de Santos, na segunda metade do século XX. ACESSE
Depoimentos de Gilberto Mendes, Rubens Ewald Filho, Telma de Souza, Élver Savietto, Ney Latorrraca, Isabel Nascimento, Carlos Pinto, Argemiro Antunes, Eduardo Caldeira, Luís Garcia Jorge, Juracy Silveira, Gilson de Melo Barros, Nívio Mota, Tanah Corrêa e Patrícia Legeard. Maurice Legeard - De 1950, ao presenciar a exibição inaugural do Clube de Cinema de Santos, a 1997, quando faleceu em meio a um ciclo de revisão do cinema moderno promovido pela Cinemateca de Santos, ambas instituições que ele coordenou ao longo dessas cinco décadas, Maurice Legeard afirmou-se como a grande figura do cineclubismo na região da Baixada Santista. Sua influência, entretanto, extrapolou os limites do cultivo da arte cinematográfica, estendendo-se ao ambiente cultural, artístico e intelecutal, como comprovam os depoimentos representativos que o documentário oferece