


CINE INÊS é um observatório de seres espectrais que transitam em rede de sedes perceptuais da realidade. Dissimulado sob a aparência de uma inexibidora de artes cruzadas com o cinema e o cineclubismo, é o principal cenário da trama ficcional CANTOS CORRENTES.
CINE INÊS é a ocupação imaginária de um histórico edifício público em antiga praça de uma cidade portuária, que certa época abrigou uma comunidade de cinéfilos e artistas, e ora é o principal cenário da trama ficcional CANTOS CORRENTES.
CINE INÊS é inspirado na paixão de Inês Cruz pela sétima arte e por toda a tapeçaria artística e intelectual tecida em ponto cruz com o cinema, a partir do seu livro QUADRO A QUADRO - Clubes de Cinema e Arte de Santos.






inexibe


Breve introdução à trama ficcional de CANTOS CORRENTES.






INEXPOSIÇÕES: acesso aos trajetos dos seres espectrais na rede de sedes perceptuais da realidade.


















O principal sensor do observatório de CINE INÊS é a fita de AriADNe, um fio condutor que rastreia, molda e alinhava, em pesponto cinextrator, os trajetos dos seres e das sedes no enredo das inexposições.

As fitas de AriADNe, cinetecelãs dos trajetos de seres pelas sedes da realidade, são inexibidas nas dez câmaras dos paços de CINE INÊS, na tez das Sacadas, nas fiações do Salvo-Conduto e à luz dos Constelados.
Tez, Câmara... Fiação!


Conexão entre os Paços INterno e EXterno de CINE INÊS que conduz a CINE INEX.

As Sacadas inexibem as fitas de AriADNe vinculadas aos canais 0 a 3.
Os ambientes do Salvo-Conduto inexibem as fitas de AriADNe vinculadas aos canas N e X.
Os Constelados inexibem as fitas de AriADNe vinculadas aos canais 4 a 7.
Fitas de AriADNe: acesso aos fios condutores dos trajetos dos seres espectrais na rede de sedes perceptuais da realidade.


















INEX-Libris é a fonte dos criptotecidos de que são formadas as fitas de AriADNe, essenciais para a percepção sensório-cognitiva de seres nas sedes da realidade em que se acham projetados.

A decriptografia dos tecidos de INEX-Libris é processada nas Pós-Sessões (Ex-Libris, via Corredores) a partir das fiações dos tecidos captados nas Pré-Sessões (In-Libris, via Saguão).
INEX-Libris:
acesso aos tecidos das inexposições.




































I N - L I B R I S
As Pré-Sessões inexibem criptotecidos formatados sob padrões do canal zero, através de captação das percepções dos seres em rede, transcriptas às respectivas sedes de origem.
E X - L I B R I S
As Pós-Sessões inexibem reflexões e debates sobre as percepções captadas, agregando elementos para a elaboração das fitas de ariADNe e a decriptografia dos trajetos sob observação.


















As inexposições são artes transcriptoras dos lançamentos de CANTOS CORRENTES, concepção imaginária do livro Contas Correntes, na escrita contábil de uma alfaiataria artesanal, que registram as transições/transações sensório-cognitivas de seres e sedes em rede.

A matriz criptográfica das inexposições é o tradicional traçado do jogo da velha, cujos campos definem os canais de CANTOS CORRENTES e as redes cruzadas de seres espectrais e sedes perceptuais.

Acesso aos seres.
No Jogo da Velha a Fiar, o fio que conduz à prova do observatório CINE INÊS é tecido pela fiandeira, que tece o traje dos protonautas na energiaria textáctil das confecções do Engenho, dissimulado em alfaiataria artesanal.
Acesso às sedes.





























Acesso ao glossário de inextermináveis cetras.
Glosas Correntes é o glossário criptográfico da trama ficcional CANTOS CORRENTES. Para o público das inexposições, os termos que elenca tendem a ser associados ora a coisas do senso comum, ora a significados ambíguos, dada à aparência de museu inexibidor que reveste o observatório de CINE INÊS. O motivo que justifica o recurso da dissimulação é explicitado no prefácio de Glosas Correntes, situação que envolve uma dupla obscuridade.
Acessos ao códice dos códigos.




















